janeiro 26, 2006

“Farpas” noticía de forma bombástica excertos de um artigo de TerceiraTaurina

Hoje dia 26 de Janeiro de 2006, saiu às bancas o nº. 314 do semanário taurino “Farpas”, dirigido pelo conceituado crítico taurino Miguel Alvarenga. Nele se dava à estampa na primeira página, uma notícia com o título “Bronca na Ilha Terceira – Crítico arrasa Bastinhas”, da autoria do senhor Fernando Romão.
O artigo em causa foi baseado em excertos de um artigo publicado aqui no meu blog e da minha autoria, sob o título “Sanjoaninas 2006”. O artigo inserido na página 4 deste jornal, incluí excertos que são de minha autoria e da minha inteira responsabilidade, mas o meu artigo deve ser lido no seu todo e não da forma como o referido jornal o articulou, por forma a criar uma notícia bombástica e dando a imagem de que havia uma enorme polémica ao redor da Feira de São João aqui na Ilha Terceira. Há sim quem goste e quem não goste do cartel das Sanjoaninas 2006, e ponto final. Eu sou dos que não gosta e escreve o que sente.
Queria acrescentar também que não foi este meu artigo, que está a criar polémica aqui na Ilha, mas sim o artigo publicado no jornal “Farpas”, este sim está a trazer a tempestade ao canal. Se a polémica existe não foi de certeza iniciada por mim, se falam dela também não sei nem oiço falar, só sei aquilo que senti e logo escrevi, pois é assim que interpreto a razão de existir deste meu blog.
Gostaria de deixar aqui e não em outro sítio, que nunca foi minha intenção que este meu artigo tomasse tamanha proporção, afirmo que nunca me passou pela cabeça que o meu simples escrito publicado no meu também simples blog, tivesse tanto mediatismo jornalístico e honras de primeira página em tão prestigiado jornal, e que por causa deste meu artigo, que até foi lido por bem pouca gente, fosse de alguma forma criar uma tempestade.
Sou um aficionado atento, amante da festa brava e amante da minha Ilha e não gostei de ver a forma como o meu artigo foi usado, e sem a minha autorização, embora tenha sido salvaguardo a fonte no jornal em causa. Mais acrescento que não me sinto um cronista conceituado e nem um crítico feroz (esta palavra é muito forte), gosto sim de dizer o que sinto e o artigo que escrevi foi isso mesmo, foi um sentimento de desilusão que me assolou como a qualquer outro ser vivo aficionado, que se tenha sentido defraudado com as suas expectativas.
Disse o que sentia, mas disse-o escrevendo no meu blog não nas páginas do jornal “Farpas”.

1 comentários:

toirirto disse...

Pois é: dizem-se coisas por se dizer e depois é o que se vê...medinho...acagaçaste-te