Antiga entrevista com Francisco Parreira.

Francisco Parreira, aficionado, embalsamador, embolador e criador de cavalos.

Relembrar a Corrida comemorativa dos 35 anos do Grupo da Tertúlia.

No ano que comemoram 45 anos, relembro a Corrida comemorativa dos 35 anos do Grupo da Tertúlia.

março 29, 2010

Grande Triunfo dos Amadores da TTT na Arena de Évora

Todos os sites de tauromaquia nacional revelaram o êxito do Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense na III edição da Corrida do dia do forcado, que decorreu na Arena de Évora no passado dia 27 de Março.
Incluídos no cartel que continha os nomes de António Ribeiro Teles, Vítor Ribeiro, João Salgueiro da Costa e Mateus Prieto, da ganadaria de Pégoras e dos forcados Amadores de Alter do Chão, vencedores do concurso de cernelha que se realizou na mesma tarde.
Foram solistas pelo grupo da T.T.T. Marco Sousa, à primeira tentativa, Álvaro Dentinho, à segunda, José Vicente, ao primeiro intento e Fabrício Rico à terceira no novilho que encerrou a noite.
De parabéns está o grupo terceirense que mais uma vez honrou e projectou bem alto o nome da tauromaquia açoriana.
Duarte Bettencourt

março 20, 2010

""Olh’esse toiro! " apresentado a 27 de Março em Fall River"

 in aUnião

"João Costa irá apresentar o segundo livro de “Olh’esse toiro!” no próximo dia 27 de Março, no Teatro Centro Cultural de Fall River, nos Estados Unidos.
O fotógrafo terceirense volta a reunir em livro cerca de uma centena de fotografias sobre as touradas à corda, desta vez com trabalhos captados por toda a ilha Terceira nos últimos dois anos.
O livro conta ainda com um texto de Joaquim Pires, director regional do Desenvolvimento Agrário,sobre a tourada à corda, como esta se desenrola e como é vivida de uma forma tão peculiar pelos terceirenses, que fazem deste fenómeno muito mais que uma manifestação tauromáquica mas principalmente um momento de convívio, socialização, e, na base de tudo, grande festa.
João Costa explica que neste novo livro “tentei fugir da agressividade, de fotos de pegas, que não são muito aceites no estrangeiro”. Desta forma, as fotografias focam-se mais em toda a envolvência que caracteriza uma tourada à corda, como a decoração dos locais e as gentes que assistem ao espectáculo.
O fotógrafo dedica o segundo volume de “Olh’esse toiro!” a Ricardo Jorge, “ grande amigo e aficionado, infelizmente já desaparecido”.
O autor justifica esta homenagem como agradecimento “pelos muitos conselhos sobre toiros que me deu e por toda a amizade que me dispensou ao longo dos anos”.
Esta obra, editada pela BLU Edições, será lançada em duas línguas, português e inglês, com a tradução a cargo de Linda Anne Maria Costa e Maria Costa de Sousa.
Apesar deste ser o segundo livro que publica sobre as touradas à corda, João Costa não cumpriu ainda o seu sonho – publicar um volume com fotografias de touradas de todas as freguesias da ilha – situação que deverá ocorrer com o lançamento de um terceiro volume “ quando a minha vida profissional me der tempo para realizar essa vontade”, perspectiva.
Depois da viagem a terras americanas, “Olh’esse toiro!” será igualmente apresentado oficialmente na Terceira, durante o mês de Abril, altura em que começará a ser vendido nas livrarias.
O primeiro volume desta obra teve uma segunda edição que se encontra, de momento, esgotada, tendo vendido cerca de cinco mil exemplares.

Comitiva praiense

A apresentação de “Olh’esse toiro!” em Fall River insere-se na deslocação de uma comitiva da Praia da Vitória para a apresentação nos Estados Unidos da edição 2010 das festas da cidade.
A ida de João Costa teve o patrocínio de Hélio Melo, embaixador do concelho naquela zona da costa leste dos Estados Unidos Para além do livro, o fotografo irá também apresentar em Fall River uma mostra fotográfica sobre a Praia da Vitória, onde estarão presentes “pelo menos, uma imagem de cada freguesia do concelho”, avança.
Perspectivando a viagem, João Costa afirma que o espaço da apresentação, com capacidade para 600 pessoas, já se encontra esgotado para dia 27, demonstrando, no seu entender “ o quanto os terceirenses, mesmo os que se encontram na diáspora, gostam das suas touradas à corda, paixão que não se vê nas gentes das outras ilhas”."

Programação TV

Sábado, 20 de Março

12h00m - Dehesa Brava - Tv Extremadura

13h00m - Grana y Oro - Castilla y Leon Tv

23h15m - Tendido Cero - TVE internacional

Domingo, 21 de Março

12h00m - Tierra de Toros - Tv Extremadura

15h25m - Toros para Todos - Andalucia TV

(Hora dos Açores)

Terceira Taurina entrevista Adão Rocha


Hoje trago até vós uma entrevista realizada ao aficionado e autor do programa radiofónico “Festa Brava” da estação KIGS,uma emissora portuguesa sediada em Hanford, Califórnia. Programa este inserido na programação do “Voz dos Açores”. Este terceirense de nascimento, novo emigrou para a Califórnia juntamente com seu pai, outrora músico da filarmónica de San Jose. Relembra com saudade a infância que passou na Ilha do seu coração, recorda como se fosse hoje os dias de tourada à corda na sua freguesia natal.
Depois de emigrado acompanhou o seu pai nas actuações da filarmónica de San Jose pelas praças de uma Califórnia taurina que começava de novo a ganhar a chama de outrora. Ai se forjou aficionado à festa brava, alimentando-se das muitas tertúlias, da emoção da festa e do seu ambiente peculiar.


Duarte Bettencourt - Como aficionado sério que és, como vês o panorama taurino aí nas terras do Tio Sam?  

Adão Rocha - Eu vejo o panorama taurino aqui na Califórnia com muita esperança, mas ao mesmo tempo com alguma preocupação. Vejo com esperança porque a festa brava aqui na Califórnia tem progredido imenso desde quando chegamos aqui, especialmente nos últimos vinte anos. Também porque temos já quatro ganadarias que estão a ser dirigidas pelos filhos de quem as fundou. Isto quer dizer que o gosto pela tauromaquia vai passando de pais para filhos. E destas quatro ganadarias, não tenho duvida nenhuma que os netos (a geração a seguir) irão dar continuidade ao trabalho dos seus avós. Isto é um fenómeno. Pessoas já nascidas aqui na Califórnia e os filhos destes nutrem o mesmo gosto pela tauromaquia que os seus pais trouxeram da Terceira. A tauromaquia pode prevalecer por muitos anos aqui na Califórnia e até talvez nunca acabar. Temos condições climáticas do melhor para a criação de gado bravo. Temos um mercado enorme. As corridas de toiros são os eventos que atraem mais gente na comunidade Luso-Americana da Califórnia. A Festa Brava é absolutamente a parte cultural, de todas as trazidas dos Açores, que o povo mais gosta. Isto realmente é um fenómeno. A Califórnia realmente é uma terra Taurina.   
Infelizmente também vejo a tauromaquia aqui na Califórnia com alguma preocupação. Temos os problemas dos anti-taurinos. Mas esse não é o maior problema e o que me preocupa mais, pois estes aparecem e desaparecem. Nós temos uma lei para realizarmos os nossos festejos Taurinos, logo se seguirmos essa lei (que não permita sangrar o toiro) não teremos qualquer problema. O que me preocupa mais e até me deixa triste, é a falta de união dentro da nossa festa brava aqui na Califórnia. Esse problema sim pode acabar com a nossa festa. Tinha que se criar uma associação de ganadeiros, uma organização tauromáquica, para assim nos proteger dos anti-taurinos, mas com esta falta de união a coisa está muito difícil. Também temos um problema grave, que são certas pessoas da comunicação social taurina aqui na Califórnia, nomeadamente um programa radiofónico e a imprensa escrita que em vez de promover a festa brava só a destroem. Eu sou um amador na rádio, mas faço o meu programa taurino na rádio com amor à festa dos toiros e com respeito à festa brava e a todos nela envolvidos, sempre com o intuito de a promover, não para proveito pessoal.  
   
DB - Que perspectivas tem para a temporada que se avizinha?  

AR - Penso que vai ser uma temporada abaixo do normal aqui na Califórnia. Temos que ter em conta que a economia está péssima, por isso as empresas que promovem as corridas, que aqui geralmente são as comissões de festas, estão a ter cuidado e a evitar cartéis de custos elevados. Até ao momento o nome contratado mais sonante é o do cavaleiro Vítor Ribeiro. Também vai haver menos corridas este ano. Até ao momento estão certas catorze corridas, tenho conhecimento que poderá aparecer mais uma ou duas. Isto são poucas corridas, pois à dez anos atrás tínhamos por media trinta corridas por ano.     

DB - Sabendo das muitas ganadarias que por ai pastam, qual o momento que estas atravessam?

AR - Actualmente temos dezassete ganadarias aqui na Califórnia. Como vê são muitas ganadarias para as corridas que aqui são realizadas. Por vezes cria-se um mau ambiente entre os ganadeiros.
Já existe muita qualidade em algumas das ganadarias, verifica-se o bom trabalho de apuramento e selecção em algumas delas. Eu tenho um respeito enorme por todos os nossos ganadeiros, por todos os seus esforços e dedicação, não é fácil ser-se ganadeiro. Sem eles não teríamos festa brava. Sem ofender ninguém, queria mencionar a ganadaria Pico dos Padres de Manuel Sousa Jr., que tem um excelente lugar para a criação de gado bravo (que é o Pico dos Padres), que no mundo taurino não há muitos iguais. Os toiros desta ganadaria têm se destacado nas últimas temporadas.
Também queria mencionar a ganadaria de Manuel Costa Jr. que tem feito um trabalho excepcional na sua ganadaria e que tem visto resultados desse trabalho. Este ganadeiro também adquiriu à poucos meses uma ganadaria no México (Ganadaria El Naranjo).
Há mais, diria umas três ou quatro ganadarias que tem se visto alguma qualidade nas últimas temporadas. Temos também por outro lado ganadarias que até à data só correram toiros à corda, alguns satisfeitos, outros à espera de uma oportunidade.

DB - E os toureiros californianos, fala-nos um pouco deles?

AR - Quanto a toureiros Californianos (Lusos) temos o matador Dennis Borba, que não está no activo. Temos dois cavaleiros de alternativa, Joe Correia e Eduardo Costa. O Joe Correia não esta no activo, o Eduardo Costa ultimamente só tem toureado em festivais. Temos um cavaleiro praticante, Sario Cabral que esta no activo e que irá tomar a alternativa no próximo mês de Junho em Gustine. Também temos outro cavaleiro praticante cá residente, mas nascido em Portugal, trata-se do cavaleiro João Serra Coelho.

DB - Sendo tu um grande acompanhante da forcadagem, como se encontra a qualidade dos grupos de forcados que por aí actuam?

AR - Temos actualmente quatro grupos de forcados aqui na Califórnia. Com mais dois grupos que existiram no passado a tentar reaparecer com malta jovem. Destaca-se os dois grupos de Turlock, os Amadores de Turlock e o Aposento de Turlock. O grupo dos Amadores de Turlock é um grupo com trinta e três anos de existência. Tem um grande prestígio e historial, já actuou por diversas vezes nos Açores e em Portugal Continental. O Aposento de Turlock é um grupo com somente cinco anos de existência mas é também um grupo de grande qualidade, pois alguns dos seus elementos foram grandes forcados no grupo mais antigo de Turlock. O Aposento de Turlock irá actuar na Praça de toiros da Ilha Terceira pela primeira vez a 23 de Abril próximo, no Festival de Beneficência para com as vítimas das enxurradas na Agualva. Tenho a satisfação de proclamar que temos dois grupos aqui na Califórnia (os Amadores de Turlock e o Aposento de Turlock) que podem actuar em qualquer praça do mundo, ao lado dos melhores grupos de forcados. Temos o grupo de Forcados os Amadores de Merced que só tem três anos de existência, é um grupo muito jovem e está a ter dificuldades em manter um número de forcados adequado, mas como tudo tenho que dar lhes crédito pois têm uma grande paixão pela forcadagem. Depois temos o Grupo de Artesia que não sendo um grupo jovem, esta a ter também problemas de manter um número de forcados adequado, também este grupo tem a particularidade dos seus elementos viverem a aproximadamente trinta e cinco quilómetros do centro da cidade de Los Angeles (a segunda maior dos Estados Unidos) embora exista uma praça de toiros em Artesia, não há ganadarias por perto o que dificulta e muito os treinos com gado bravo (costumam simplesmente treinar com a taurina). Contudo, também tenho que dar lhes crédito pela sua aficion.  

DB - Sabendo das dificuldades que aí se vivem para poder organizar uma corrida de toiros, uma das coisas essenciais é terem cavalos pertencentes a coudelarias aí existentes e com vocação taurina. Como vês a evolução dos cavalos para o toureio e qual a coudelaria que mais se destaca no vosso meio?

AR - As Coudelarias aqui na Califórnia tem tido uma evolução inacreditável. Já temos coudelarias de grande nível aqui na Califórnia. Posso lhes adiantar que até já vão cavalos daqui das nossas coudelarias para Portugal. Como é o caso de cavalos da Coudelaria Agualva que foram adquiridos por Joaquim Bastinhas (cavalo de saída, de nome “Troca”), por Luís Rouxinol (cavalo de quarto de milha, de saída e bandarilhas, de nome “Dollar”, que se tem destacado nas últimas duas temporadas em praças da Península Ibérica) e pela Sónia Matias (um Árabe usado para as bandarilhas de nome “Atrevido”). Já desfrutaram de cavalos da Coudelaria Agualva os cavaleiros: Mestre João Moura, António Telles, João Telles, Rui Salvador, Rui Fernandes, Ana Batista, Sónia Matias, entre outros. De salientar que todos os cavalos da Coudelaria Agualva foram e são ensinados na própria coudelaria. Também destaco a coudelaria dos Irmãos Martins que têm feito grandes investimentos em cavalos vindos de Portugal. Actualmente esta coudelaria tem como treinador e equitador o cavaleiro Paulo Ferreira, que tem feito um excelente trabalho. Já desfrutaram dos cavalos da Coudelaria Irmãos Martins os cavaleiros: Pablo Hermoso de Mendoza, Paulo Caetano, Joaquim Bastinhas, João Salgueiro, Ana Batista, José Manuel Duarte, entre outros. Também temos a coudelaria Cabral e filhos que tem também mostrado alguma qualidade.

DB - Por último queria agradecer-te por te disponibilizares para esta pequena entrevista e gostaria de te pedir uma mensagem a deixar a todos os visitantes do Terceira Taurina.

AR - Eu é que agradeço pelo tempo dispensado, é sempre um prazer falar sobre tauromaquia. Podia falar todo o dia em tauromaquia e nunca me cansava. Quero enviar um abraço taurino do tamanho da Califórnia para todos os visitantes do blog Terceira Taurina e à aficion Terceirense em geral. Queria também como aficionado agradecer o seu trabalho em prol da festa brava nos Açores. Em manter-nos sempre informados da festa brava na Terceira. É um grande serviço que nos proporciona. Parabéns pela qualidade do site. Para mim é o mais completo sobre a tauromaquia Terceirense e um dos mais informativos e completos em Português e até em qualquer língua. Parabéns e continua com o excelente trabalho. Enhorabuena!  

março 18, 2010

"Em Outubro - Congresso Mundial de Ganaderos na Terceira"

 in aUnião 

"A ilha Terceira irá receber no próximo mês de Outubro a 9ª edição do Congresso Mundial de Ganaderos, uma organização da Tertúlia Tauromáquica Terceirense em conjunto com a Associação Regional dos Criadores da Tourada à Corda.
Este encontro, um dos maiores a nível mundial no que à festa brava diz respeito, irá reunir cerca de 300 pessoas entre ganaderos e outras personalidades vindas dos oito países taurinos do mundo.
De acordo com Arlindo Teles, presidente da Tertúlia, o congresso irá decorrer em diversos locais espalhados pela ilha, estando ainda por acertar as datas definitivas.
Nestes encontros, afirma o dirigente, “ discute-se o toiro de uma perspectiva científica. Da genética à psicologia, o toiro é dos animais mais estudados e esse conhecimento está em constante evolução”.
Receber na Terceira tanta gente dos mais variados pontos do mundo taurino será também uma ocasião que os organizadores locais não querem deixar escapar para promover a festa brava açoriana e o arquipélago no geral.
“ Vamos mostrar a nossa realidade, as nossas ganadarias e tudo o mais que se possa promover dos Açores, como o golfe, a gastronomia, a nossa cultura no geral”, afirma o responsável.
A vontade de organizar a edição de 2010 do Congresso Mundial de Ganaderos na Terceira surgiu na última edição, realizada em 2007 no México, onde a ilha foi representada por uma delegação.
Na altura, os responsáveis da Tertúlia Tauromáquica Terceirense perceberam que a edição seguinte estava destinada a Portugal e encetaram esforços para trazer para os Açores o evento, empresa que foi bem sucedida.
Para Arlindo Teles, a atribuição do congresso marca o reconhecimento internacional pelo trabalho feito, não apenas pela Tertúlia, mas de outras instituições ligadas ao mundo dos toiros na Terceira.
“ A tauromaquia terceirense têm vindo a afirmar-se pelo grande nível intelectual de pensamento e discussão que temos promovido sobre o fenómeno da festa brava”, refere, “ e esse trabalho tem ganho pontos a nível internacional”.
Para além do congresso em Outubro, a Tertúlia está já a preparar a 2ª edição do Fórum Mundial da Cultura Taurina, que deverá acontecer em 2011.

Prémio em Espanha

A Tertúlia Tauromáquica Terceirense recebeu ontem, em Madrid, Espanha, um prémio atribuído pela Asociación Taurina Parlamentaria do Senado de Espanha pelo trabalho feito na promoção da actividade taurina.

Para o presidente da instituição da Terceira, esta distinção demonstra que o “centro” do mudo taurino olha com muita “admiração e agrado” a forma como a festa brava é vivida nos Açores.

A tauromaquia espanhola conhece cada vez melhor a cultura popular das corridas à corda da Terceira, mas igualmente a mais erudita, das corridas de toiros, afirma Arlindo Teles, creditando as facilidades de comunicação do mundo moderno, onde o fluxo de informação é quase instantâneo, por esse facto."

Toiros na Benedita

março 13, 2010

RB para o Campo Pequeno

A ganadaria de Rego Botelho embarcou recentemente rumo ao continente português, mais propriamente à Herdade do Zambujeiro situada perto da cidade de Évora, nove novilhos que irão ser lidados na primeira praça do país. Os novilhos desta prestigiada ganadaria açoriana já se encontram a pastar na herdade alentejana. 
Pela primeira vez irão ser lidados toiros de uma ganadaria açoriana na praça de toiros do Campo Pequeno, sem duvida um marco histórico na tauromaquia açoriana.
Ainda na Ilha Terceira os ganaderos de RB colocaram fundas nos novilhos a trasladar, faena esta que se realizou pela primeira vez em terras açorianas. 
O colega e amigo Alex Rocha esteve presente e captou os momentos fotográficos que abaixo se apresentam.
À ganadaria de RB vão os desejos de maiores sucessos nesta primeira ingressão por terras continentais.

Duarte Bettencourt

março 12, 2010

Toiros este fim de semana na Tv

Sábado, 13 de Março

12h10m - Dehesa Brava - Tv Extremadura

13h00m - Grana y Oro - Castilla y Leon Tv

23h15m - Tendido Cero - TVE internacional

Domingo, 14 de Março

12h00m - Tierra de Toros - Tv Extremadura

15h00m - Corrida de Toiros - TVV internacional / Telemadrid

15h25m - Toros para Todos - Andalucia TV

(Hora dos Açores)

março 02, 2010

Novo Burladero de Março

"A NB N.º 256, referente ao mês de Março, é a terceira edição especial das quatro onde nos propusemos dissecar a temporada de 2009, desta vez dedicada à actividade dos Forcados.
Entre muito conteúdo de interesse, destacamos as entrevistas feitas a José Maria Cortes e Diogo Sepúlveda, os dois jovens cabos dos Grupos de Forcados Amadores de Montemor-o-Novo e Santarém, respectivamente; a opinião dos cabos dos 15 grupos que mais pegaram em 2009; quatro excelentes textos que intitulámos “A opinião das Figuras”, e onde fazemos cinco perguntas a famosos forcados do passado como o foram João Cortes (Montemor), António José Pinto (Alcochete), Jorge Faria (Vila Franca) e Manuel Murteira (Santarém); a entrevista a Eurico Lampreia sobre o seu recente livro “Forcados – os últimos românticos da festa”; “As fotos com História”, de Duarte Chaparreiro, onde o “Fotógrafo dos Forcados” foi repescar ao seu álbum de memórias vários “bonecos” inéditos e marcantes da vida de vários grupos; a prestação dos Grupos de Forcados portugueses no estrangeiro; a presença do Grupo da Tertúlia Tauromáquica Terceirense em Évora, na Festa do Forcado, onde no ano passado ganhou o II Torneio de Cernelhas; e as imagens das pegas mais espectaculares da última temporada no Campo Pequeno.
Mas a NB de Março não se fica por aqui. Destaque para a amadora Maria Mira em “Lugar aos Novos”; as reportagens dos festivais de Mourão, Granja e Redondo; um nutrido “Cartaz de Toiros”… e todas as restantes e habituais rubricas que fazem da NB a revista preferida dos verdadeiros aficionados."